8 razões pelas quais os fãs adoram 'Breaking Bad'

Sempre que um programa de televisão se torna extremamente popular, as pessoas querem saber o porquê. Sobre o que é isso Liberando o mal que faz com que alguns super fãs e críticos o chamem de o maior drama televisivo de todos os tempos? A resposta não é tão simples quanto você pensa.

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Houve muitos programas de televisão populares ao longo das décadas, mas nunca um como Liberando o mal. E isso faz parte do empate - o conceito não era outro remake cansado de um gênero exagerado. Em vez disso, o drama épico de Vince Gilligan sobre um professor de química do ensino médio que transformou a mente criminosa em metanfetamina era algo totalmente novo. No mundo atual de infinitos remakes, criar um original verdadeiro é mais difícil do que parece.



Mas havia mais a Liberando o mal do que apenas ser único. Aqui estão algumas boas razões pelas quais todos ainda estão falando Liberando o mal seis anos depois.



A transformação de Walter White

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Sr. White. #Liberando o mal

Uma publicação compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 24 de outubro de 2014 às 14:11 PDT



Comparando Walter White (Bryan Cranston) do primeiro episódio de Liberando o mal para a pessoa que ele é no final é incrível. Embora seu personagem comece com boas intenções - depois de ser diagnosticado com câncer de pulmão terminal, ele quer deixar sua família com dinheiro para sobreviver, então começa a produzir e vender metanfetamina - a lição aprendida é que poder e ganância podem corromper até os mais inocentes pessoas que parecem.

Ao longo de cinco temporadas, Walter White gradualmente se transforma do protagonista do programa em Heisenberg - uma versão de si mesmo sedenta de poder, corrupta e quase irreconhecível. No final, ele está disposto a parar em nada, incluindo assassinar pessoas inocentes, para conseguir o que deseja. É uma evolução fascinante de se assistir.

A dinâmica entre os dois personagens principais

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Vamos lá #BreakingBad



Uma publicação compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 14 de julho de 2014 às 13:01 PDT

Aqui está algo que a maioria das pessoas não sabe: Jesse Pinkman (Aaron Paul) deveria ser morto na primeira temporada da série. Mas uma vez que os diretores viram a dinâmica entre Cranston e Paul, eles sabiam que isso não poderia acontecer. E agora é impossível imaginar Walter White sem Jesse.

Durante grande parte da série, White funciona como uma espécie de figura paterna para Jesse, que está lutando contra seus próprios demônios. Mas a tensão entre esses dois é palpável e o relacionamento deles acaba azedando. Observar Walt entregar Jesse aos arianos e essencialmente assinar sua sentença de morte é um momento de partir o coração.

Gustavo Fring é o vilão de que todos precisamos

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Parabéns a @bettercallsaulamc e Los Pollos Hermanos Employee Training na vitória #Emmys! | #Regram: @bettercallsaulamc

Uma publicação compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 11 de setembro de 2017 às 14:37 PDT

Não é fácil interpretar bem um bandido. Torne o desempenho muito exagerado e parece irreal. Mas qualquer outra coisa corre o risco de não ser suficientemente mau.

Giancarlo Esposito leva o papel de Gustavo Fring à grandiosidade de nível superior, fazendo dele o membro da comunidade amado que está escondendo um segredo terrível. Fring é o cara mais importante de um cartel mexicano de drogas e é brutal na maneira como administra seus negócios. Mas, escondendo-se brilhantemente à vista de um policial e empresário local, Fring é um enigma para quase todos.

Seu personagem é um dos destaques do programa e é quase triste quando ele conhece seu destino trágico. Em 2012, Esposito foi indicado ao Emmy por um excelente ator coadjuvante em uma série dramática. Ele perdeu para o ator Aaron Paul, que interpreta Jesse.

O show combinou humor e escuridão

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Isso não é um brinquedo, Jesse. #Liberando o mal

Uma postagem compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 3 de julho de 2014 às 13:35 PDT

Todo bom drama precisa de alguns momentos alegres. Liberando o mal oferece em todas as frentes, passando frequentemente de peças cômicas (quem pode esquecer a pizza no telhado?) a imagens gráficas sinceramente perturbadoras. É tudo um equilíbrio que leva o espectador a uma jornada por tantas emoções profundas.

Foi lindo de assistir

Você não precisa ser um especialista em cinematografia e coreografia para apreciar a qualidade acima da média de cada episódio de Liberando o mal. A série inteira captura um clima difícil de expressar em palavras. Quando você está assistindo, está nele. E é tão bom estar lá.

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Breaking Bad foi homenageado com o Producers Guild Award de Melhor Drama!

Uma publicação compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 21 de janeiro de 2014 às 14:20 PST

'Breaking Bad' fazia você adivinhar

Quase todos os episódios de Liberando o mal tem um cliffhanger terminando, além de várias surpresas ao longo do caminho. É meio adequado que um programa sobre traficantes fazendo metanfetamina seja tão viciante.

Não há nada previsível na série, e manter os fãs achando que é uma grande parte do apelo. É o entretenimento da televisão no seu melhor.

Ovos de páscoa em todo lugar

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Uma publicação compartilhada por Breaking Bad (@breakingbad) em 1 de agosto de 2014 às 15:16 PDT

No mundo bem conectado das mídias sociais de hoje, os produtores provavelmente deixarão dicas sutis em programas e filmes na esperança de que os fãs os entendam. Liberando o mal não foi diferente.

O criador do programa, Vince Gilligan, estava constantemente trazendo de volta personagens antigos e histórias de maneiras sutis que apenas os maiores superfãs do programa perceberiam. Pareceu um presente notar esses pequenos detalhes sutis e incentivou mais pessoas a acompanhar de perto o show. O que eles fizeram.

'Breaking Bad' terminou com uma nota alta

Terminar um programa quando ele ainda é muito popular provavelmente não é uma decisão fácil. Mas foi exatamente isso que Vince Gilligan escolheu fazer com Liberando o mal. Em vez de constantemente apresentar novas histórias (o que ele provavelmente poderia ter), o programa terminou após cinco temporadas. O momento parecia certo.

Aaron Paul e Bryan Cranston | Imagens de Kris Connor / Getty

E essa decisão foi uma jogada brilhante a longo prazo. Agora a série spinoff Melhor chamar o Saul está ganhando prêmios por si só, além de muita publicidade para o próximo filme, com base no que aconteceu após o final. Estamos todos animados para ver A estrada: um filme de Breaking Bad porque nunca ficamos cansados ​​do show em primeiro lugar.

Uma série como Liberando o mal só aparece uma vez na vida. Faz todo o sentido que tantas pessoas sejam obcecadas.